
Quando a dor articularmuda a sua rotina,a decisão certa importa.
A medicina regenerativa reúne terapias que estudam a capacidade de reparo dos próprios tecidos do corpo. Entender quais existem, e se o seu caso é elegível, começa por uma avaliação médica criteriosa.
Um campo que estudaa capacidade de reparodo próprio corpo.
A medicina regenerativa é a área que investiga terapias capazes de estimular ou apoiar os processos naturais de reparo dos tecidos: cartilagem, tendões, ligamentos e músculos. Em ortopedia, o interesse está nas condições em que a dor e a perda de função articular comprometem o dia a dia. É um campo em evolução contínua, com diferentes níveis de evidência científica para cada terapia, e cuja indicação depende sempre de diagnóstico preciso e avaliação individual.
Diagnóstico primeiro
Exame clínico e de imagem definem o que de fato está causando a dor.
Caso a caso
Idade, tipo de lesão, estágio e objetivos mudam completamente a conduta.
Evidência em movimento
Cada terapia tem seu próprio grau de comprovação científica e suas limitações.
Conheça as terapiasque compõemesse campo.
Conteúdo informativo. A existência de uma terapia não significa indicação para o seu caso. Isso só pode ser definido em avaliação médica.

Ortobiológicos do sangue e da medula óssea
Reúne materiais obtidos do próprio organismo, a partir do sangue periférico ou da medula óssea, processados em laboratório para concentrar componentes estudados nos processos de reparo.
PRP (Plasma Rico em Plaquetas)
Concentrado obtido a partir de uma pequena amostra do sangue do próprio paciente, processada para elevar a concentração de plaquetas. As plaquetas carregam fatores de crescimento, moléculas estudadas por seu papel nos processos naturais de reparo tecidual. É uma das terapias ortobiológicas mais estudadas em ortopedia, com pesquisas voltadas principalmente a tendinopatias e à osteoartrite.
BMA (Aspirado Medular)
Material aspirado da medula óssea, normalmente da crista ilíaca, rico em diferentes populações celulares e fatores biologicamente ativos envolvidos na reparação óssea e cartilaginosa.
BMAc (Aspirado Medular Concentrado)
O aspirado medular submetido a processamento por centrifugação, o que aumenta a concentração dos componentes celulares por volume. É objeto de estudo em lesões condrais e em quadros degenerativos articulares.
Terapias celulares
Envolve linhas de pesquisa centradas em células com capacidade de renovação e de sinalização no ambiente da lesão. É uma área sob regulação específica no Brasil.
Células-tronco
Células com capacidade de autorrenovação e de originar diferentes tipos celulares. Na ortopedia, são investigadas pelo potencial de participar da regeneração de tecidos como cartilagem e osso. É uma área sob regulação específica no Brasil e em pesquisa ativa no mundo todo.
Células mesenquimais
Subtipo de célula-tronco adulta presente em tecidos como medula óssea e tecido adiposo. A literatura estuda sua ação principalmente pela sinalização que exercem no ambiente da lesão, modulando inflamação e reparo.

Derivados do tecido adiposo
Agrupa produtos obtidos do processamento do tecido gorduroso, que variam conforme o grau de manipulação e a preservação da arquitetura do tecido.
SVF (Fração Vascular Estromal)
Fração obtida do processamento do tecido adiposo, composta por uma mistura heterogênea de células e elementos da matriz. É pesquisada em ortopedia pelo conteúdo celular e pelo seu papel no ambiente da lesão.
Micro fat
Tecido adiposo processado em partículas de menor calibre, preservando a arquitetura do tecido. Estudado por sua função estrutural e de preenchimento em determinadas condições.
Nano fat
Tecido adiposo submetido a processamento mecânico mais intenso, resultando em um produto fluido, sem função estrutural, cujo interesse científico está no conteúdo celular e nos fatores biologicamente ativos.

Suporte e proteção articular
Reúne substâncias e biomateriais estudados pelo papel que exercem no ambiente da articulação, da lubrificação ao suporte estrutural.
Ácido hialurônico
Componente natural do líquido sinovial, responsável por parte da lubrificação e da absorção de impacto na articulação. A viscossuplementação é uma das abordagens mais consolidadas e estudadas no manejo da osteoartrite.
Hidrogel
Biomaterial de estrutura tridimensional com alto teor de água, desenvolvido para atuar como suporte no ambiente articular. É uma linha de pesquisa em crescimento dentro dos biomateriais aplicados à ortopedia.
Terapia por ondas de choque
Abordagem não invasiva, baseada em energia acústica, com protocolos organizados em sessões.
Terapia por ondas de choque
Método não invasivo que utiliza ondas acústicas de alta energia direcionadas a uma região específica. É estudada principalmente em tendinopatias crônicas e em quadros de dor musculoesquelética persistente, com protocolos definidos por sessões.

Sinais de quevale investigara fundo.
Dor articular que persiste por mais de três meses
Perda de amplitude de movimento no joelho ou no ombro
Dor que limita atividade física ou trabalho
Diagnóstico prévio de osteoartrite
Lesões de tendão ou cartilagem já identificadas em exame
Dor que retorna após tratamentos conservadores

Doze anosdedicados aojoelho e ao ombro.
Dr. Luiz Henrique Pires de Lima é médico ortopedista e traumatologista com atuação em cirurgia de joelho e ombro, Mestre em Ciências Cirúrgicas pela FAMED/UFRGS e pós-graduado em Medicina Regenerativa pelo Orthoregen. Integra o corpo clínico dos hospitais Moinhos de Vento, Mãe de Deus e Santa Casa de Porto Alegre, e atende também em São Paulo.
Sua formação inclui atualização internacional continuada nos Estados Unidos, com treinamentos em Miami (Flórida), Warsaw (Indiana, no Zimmer Biomet Institute) e Andover (Massachusetts). É Diplomate do American Board of Regenerative Medicine e mantém uma relação de acompanhamento próximo com cada paciente, do diagnóstico ao retorno às atividades.
Formaçãoe titulaçãoem ortopedia.
- Mestre em Ciências Cirúrgicas, FAMED/UFRGS (2019 a 2020)
- Fellow em Cirurgia do Joelho, SOTI (2015 a 2016)
- Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela AMB
- Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela SBOT
- Residência médica na UFCSPA e Santa Casa (MEC/SESu/CNRM)
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ)
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE)
- Pós-graduação em Medicina Regenerativa pelo Orthoregen
- Diplomate do American Board of Regenerative Medicine (AABRM)
- Knee Arthroscopy: Advanced and Complex Lesions, Miami, EUA
- Upper Extremity Sports Medicine Workshop, Zimmer Biomet Institute, Indiana, EUA
- Arthroscopic Knee Training, Smith & Nephew, Massachusetts, EUA
- Corpo clínico do Hospital Moinhos de Vento, Hospital Mãe de Deus e Santa Casa de Porto Alegre
Certificados e títulos


















Como funcionaa avaliaçãodo seu caso.
Agendamento
O contato é feito pelo WhatsApp da unidade mais próxima, com a secretaria.
Consulta e diagnóstico
Avaliação clínica detalhada, análise de exames de imagem e histórico. É aqui que se define o que está causando a dor.
Plano individual
A partir do diagnóstico, são discutidas as condutas apropriadas para o caso, com explicação clara das opções, dos limites e do que esperar.
Atendimentopresencial emduas cidades.
São Paulo
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3900, 7º andar, Itaim Bibi, São Paulo/SP
Porto Alegre
R. Prof. Langendonck, 117, Petrópolis, Porto Alegre/RS
Dúvidasfrequentes sobrea avaliação.
O que é medicina regenerativa em ortopedia?
É o campo que estuda terapias voltadas a apoiar os processos naturais de reparo de tecidos como cartilagem, tendões e ligamentos, com foco em quadros de dor e perda de função articular.
Toda dor no joelho ou no ombro tem indicação de terapia regenerativa?
Não. Cada terapia tem indicações e limitações próprias, e boa parte dos casos responde bem a condutas mais simples. Só a avaliação médica com exame clínico e de imagem consegue definir o caminho adequado.
Essas terapias substituem a cirurgia?
Não são substitutas automáticas. Existem casos em que a cirurgia é a conduta indicada e casos em que outras abordagens fazem sentido. A definição depende do diagnóstico.
Qual a diferença entre PRP, BMAc e as terapias celulares?
A origem do material e o tipo de processamento. O PRP parte do sangue, o BMAc parte da medula óssea, e as terapias celulares e os derivados do tecido adiposo partem de outras fontes. Cada um tem um perfil de estudo e aplicação distinto.
A consulta é presencial?
A avaliação inicial é presencial, nas unidades de São Paulo ou Porto Alegre, já que exame físico e análise de imagem são parte central do diagnóstico.
Preciso levar exames?
Sim, se já tiver. Raio-X, ressonância e laudos anteriores ajudam muito na primeira consulta.
Como agendo?
Pelo WhatsApp da unidade de preferência, com a secretaria.
